Uma depressão em minha vida

Agradecimentos.

Quero agradecer através deste primeiramente a DEUS segundo a minha mãe que me auxiliou, ao meu pai, minha irmã, D. Gerluce, Renato meu marido e todos os meus amigos e colegas que gostam tanto de mim, obrigada por nunca terem me deixado no momento que eu mais precisava.

CAPITULO 1

Bom, sempre fui uma sonhadora, desde criança gostava das coisas da Barbie: bolsa, fichário, caderno, lápis. O rosa sempre foi presente na minha vida embora meu pai desejasse muito ter um filho homem, eu iria ser Daniel, mas o criador da minha história decidiu que eu fosse uma menina negra com olhos castanhos e cabelo crespo. Na minha infância eu brincava  e arengava muito com minha irmã, tínhamos muitos atritos, era puxão de orelha, jogar água na chapinha da outra, a maior confusão, sempre fazíamos isso quando minha mãe estava trabalhando. Eu Sintia muita falta dela, mas ela tinha que trabalhar e ser meu referencial de mulher dependente que sai a luta e não curte só ficar tomando conta do lar. Na minha infância sofri abuso sexual de um vizinho, ele me tocava na parte dos meus seios, apenas; eu não contei a minha mãe com medo da confusão que isso poderia trazer para minha família.

Desde pequena sempre fui evangélica e seguia a cega todas as normas/regras da igreja, foi lá que aprendi a tocar violão e tocar teclado e a cantar, tenho uma voz bem cheia e normalmente não costumo falhar, quando canto me sinto bastante feliz, pois eu não canto para as pessoas canto para o pai que me criou e cuidou de mim com tanto zelo e amor, embora eu não merecesse, ele o pai celestial sempre estava cuidando da minha vida em todos os momentos. Quando completei 15 anos chegou a hora mais esperada; a hora de “morrer para o mundo e  ” viver somente para Cristo” era isso mesmo que eu queria, tinha certeza da minha salvação e estava ansiosa para Jesus voltar para morar no céu com ele, batizei e pela primeira vez comi do pão que é o corpo de Jesus e tomei do vinho que simboliza seu sangue, foi mágico a sensação de sentir a presença dele, ele é sensacional, ele me ama tanto que.. não consigo nem descrever o tamanho desse amor, nem sei como agradecer e.. nem como explicar com palavras, teu sacrifício marcado de dor por mim pecador, eu Danielly não sabia como agradecer tão grande benção que acabara de acontecer em minha vida, me senti renovada, feliz, satisfeita com o meu relacionamento eterno e que tinha um laço da trindade, eu estava muito feliz.

Com apenas 16 anos decidi que estava na hora de começar a trabalhar e a ganhar meu próprio dinheiro, afinal sempre quis sair com um garoto que acabara de conhecer pela antiga rede social chamada “MSN” ele sempre foi bonito, o tipico garoto que qualquer adolescente se apaixona : olhos verdes, cabelo castanho, pele clara, e bastante sedutor. conversamos por 2 anos seguidos, conversa vai conversa vem, trocávamos carinhos em meio de mensagens na rede, completamente apaixonada, eu uma garota inocente pedi a minha mãe para sair com esse garoto, mas minha mãe recusou e disse que era cedo demais para aquilo, e se eu quisesse mesmo que eu fosse pedir ao meu pai. Contei triste para o menino que estava apaixonada que aquele encontro não iria acontecer por causa da minha mãe que não permitia e que jogava a responsabilidade toda para o meu pai, que por sinal sempre foi rígido quando a questão era namorado.

Quando completei 17 anos já estagiava numa empresa no recife antigo, e já ganhava meu próprio dinheiro, então chegou a hora de convidar aquele menino lindo para sair, ele de primeira aceitou e marcamos logo de ir no cinema se divertir e conversar.

Quando eu avistei pela primeira vez fiquei tímida e com muito medo dele me achar diferente da foto ou feia, eu o amava por 2 anos apenas conversando virtualmente, mas ele estava ali na minha frente, minhas mãos ficaram geladas e meu coração estava pulando pela boca, sentia ansiedade, e muita agonia de estar naquela situação, eu sabia que poderia me apaixonar, eis que ele pergunta : – posso te levar em casa ? eu pensei alto :-” lógico que não, imagina se ele me leva para o algum canto e faz alguma coisa comigo.” , mas na verdade respondi que não precisava e que eu iria bem indo de ônibus. Quando retornei para casa fiquei pensando que se eu tivesse aceitado a carona talvez algo tivesse acontecido.. poderia ser a chance do nosso primeiro beijo.

Capitulo 2

Continua em 15/04/2017  em breve….

 

 

 

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